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A EDUCAÇÃO SEMPRE FOI A MELHOR SAÍDA

16 de Julho de 2014, 7:34 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

 

SEJA BEM VINDO CONVIDE SEUS AMIGOS VAMOS DISCUTIR FALAR SOBRE A VERDADEIRA EDUCAÇÃO QUE ESTÁ EM TODO LUGAR CORRIGINDO OS ERROS TEMOS TRABALHO MAIS DIGNO EM NOSSA SOCIEDADE.

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O que fazer para acabar com as discriminações onde vivemos?

6 de Fevereiro de 2018, 9:56, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

     Prejudicar a vida das pessoas sem pensar em nada parece ser algo normal hoje acredite sua posição sexual religiosa sua classe social sua cor seu querer sua origem sua idade sua aparência são pretextos para pessoas começarem a discriminar, problemas estes que podem até existir em faculdades em escolas má administradas, em empresas, e as pessoas são discriminadas exclusas do estudo e do trabalho e se tornam alvos de quem não quer saber da razão apenas querem se aproveitar da situação, ferem os direitos humanos como fosse nada comentem crimes contra a juventude e contra a sociedade uma vez que perdem a consciência.
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     As pessoas que protegem apenas seus interesses e de pessoas bem-sucedidas que acham serem donas do mundo não podem ser bons administradores ou políticos uma vez que eles semeiam o veneno da indiferença em nossa sociedade devem ver na pessoa o mesmo cidadão não podem influenciar as pessoas criar um clima de desprezo ou de guerra nem mesmo privar os direitos de um ser humano. Tem pessoas que vê a necessidade de mudar para que possa encontrar um lugar melhor vemos a necessidade cada vez maior de ter uma educação melhor todos são iguais perante a lei e sem qualquer discriminação, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
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A polícia poderia ministrar uma disciplina na escola.

4 de Fevereiro de 2018, 23:10, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

 

Por favor compartilhe essa idéia. A polícia poderia estar na escola e ajudar a melhorar a educação eles construiriam o respeito desde cedo, ensinando direitos humanas e ensinando as nossas leis. É com certeza uma boa estratégia para melhorar o psicológico dos futuros cidadãos e de seus famílias e diminuir o índice de criminalidade acontece muitas vezes pela má formação do cidadão. A polícia poderia estar na escola e ajudar a melhorar a educação para termos a fé de paz e não de crimes eles construiriam o respeito desde cedo, ensinando direitos humanas e ensinando as nossas leis. É com certeza uma boa estratégia para melhorar o psicológico dos futuros cidadãos e de seus famílias e diminuir o índice de criminalidade acontece muitas vezes pela má formação do cidadão.
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Vamos comunidade fazer a diferença em meio a nossa juventude.

5 de Novembro de 2017, 20:03, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

 

    A verdadeira educação só existe com a colaboração de todos quando nos unimos em uma grande comunidade para fazer a nossa parte aonde vivemos cuidar de nossas famílias das pessoas excluídas favorecer o lado bom, sem educação aonde o mundo vai aonde vai você sem pensar na vida irá errar por querer errar vamos deixar doente nossa sociedade.

    A educação não pode ser uma profissão tem de ser mais o interesse tem de ser de ver as pessoas mudarem, se arrependerem, e serem mais fortes, ganharem confiança e nunca se sentir um tolo dentro de uma sala mas ver os companheiros ao seu lado mostrando estarem sérios e preocupados com as mudanças, e então veremos o fim de coisas erradas o fim da desonestidade e do sofrimento de algumas pessoas, veremos a boa ação a vida de todos podendo crescer tendo esperança vivendo em uma verdadeira sociedade. A verdadeira educação faz as pessoas conhecerem seus limites a pessoa evolui e não mais cometem erros essa é a preocupação de todos ver o respeito entre as pessoas, elas iram debater aquilo que tá errado, por causa das pessoas aceitarem tudo que vem de novo, muitas vezes tudo errado por exemplo a discriminação que não é educação e a humilhação, a indiferença social, o mundo tem mudado para um lado errado onde não há mais o que é certo ou errado, não há dor de cabeça com as coisas simples da vida só vemos os interesses dos mais grandes e as pessoas nem se perguntam por que tanto sofrimento não há preocupação, falta então o fortalecimento de uma verdadeira educação ela poderá não existir se continuarmos vivendo em meio a tanta hipocrisia.

   A verdadeira educação está em toda parte está em casa no abraço do pai e da mãe está numa bela mensagem divulgada na internet está na paz de poder ouvir e falar o que pensa, na liberdade de poder se expressar, o ser humano precisa ser ouvido ser levado a sério, sabemos que uma bela mensagem nos faz refletir sobre a vida nos faz compreender como pessoas de hoje até do passado conseguiram se superar sem pensar em fazer mal algum apenas por dar apoio ao outro e assim o outro se fortaleceu e conseguiu fazer sua parte tranquilo tinha argumento e era ajudado assim como ajudava a outra pessoa entre eles existia, se envergonhavam do que fazia de errado, sempre notava-se que algo muito importante uma nova educação havia era o dialogo havia o desejo de fazer parte de algo não havia frustações não havia cobranças pouco a pouco todos iam seguindo a mesma metodologia, para mudar alguma coisa tínhamos de se comprometer seriamente e fazer o que era preciso acontecer tudo era tranquilo não favorecia ninguém apenas unia e dava esperança era a confiança de que todos precisavam era a verdadeira educação. Ninguém queria ver seus filhos resolverem as coisas em disputas desrespeitando ou fazendo guerra as tragédias dos conflitos mundiais marcavam época, os velhos se foram mais a nossa juventude precisa sobreviver ou não sabemos se iremos ainda ensinar educar as pessoas para um lado mais humano.

  Não existe vida sem trabalho se a pessoa fica sem seu trabalho como irá sobreviver dependendo do outro que tipo de vida irá ter, como alguém poderia um dia negar o que melhora a vida mas isso também se vê por ai, as pessoas veem alguém diferente educável mostrando calma sempre com esperança tendo argumento mesmo na situação difícil que se encontra e se espantam zombam não conseguem ser de uma sociedade consciente tudo isso é um grande alerta que a sociedade hoje está diferente está vencida não existe em meio a alguns deles o certo ou errado apenas o interesse por riqueza e poder isso é terrível o ser humano precisa ter uma mente diferente precisam diminuir o que é prejudicial aonde vivem saber buscar a realidade das coisas  poder ajudar quem precisa poder se importar com o ser humano. Precisamos ajudar uns aos outros ensinar a verdadeira educação tudo isso é sério.

 

 

 

 



DE LEÃO A OVELHA

5 de Novembro de 2017, 14:37, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

Uma antiga história nos conta que uma leoa, enquanto saltava de uma colina para outra, deu à luz a um filhote no meio do salto. O filhote caiu no meio de um rebanho de ovelhas. As ovelhas alimentaram o filhote sem saber que ele era um leão. E o filhote nunca percebeu que era um leão, pois à sua volta todos eram ovelhas. Ele pensava que era uma ovelha.

As ovelhas são os animais mais medrosos que existem. Nunca andam sozinhas. Estão sempre em grupos, precisando umas das outras. Elas têm medo de ficar sozinhas. É perigoso estar só.

E este pobre leão não tinha nenhuma idéia de como se parecia. Ele cresceu, mas as ovelhas ficaram acostumadas com ele. Elas o tinham criado desde a infância. Ele era considerado uma ovelha muito estranha, mas era uma ovelha, acostumado a comer grama. Um leão de verdade jamais comeria grama. Ele prefere morrer a comer a grama. Este era um leão vegetariano. E ele nunca rugiu como um leão, porque, afinal, ele nem sabia que era leão. Ele era medroso como as ovelhas, sonhava como as ovelhas, andava no meio do rebanho para se sentir mais seguro e tinha medo dos animais selvagens.

Um dia um velho leão viu esta cena. Ele não podia acreditar nos seus olhos. Ele nunca tinha visto um leão e ovelhas misturados. As ovelhas andavam com o leão sem nenhum medo e o leão estava com medo de estar só. O velho leão não podia acreditar em seus olhos. Resolveu, então, seguir o grupo. As ovelhas, com medo, começaram a correr. E o jovem leão também corria do mesmo jeito. Mas o velho leão, com esforço conseguiu agarrar o jovem e arrastá-lo para um lago próximo. O jovem leão estava morrendo de medo e chorava como uma ovelha.

Mas no lago, um milagre aconteceu: o velho leão disse ao jovem
- Meu filho apenas olhe no lago - onde os dois estavam refletidos.

E houve uma súbita transformação, porque a ovelha não era uma realidade, era apenas uma falsa idéia implantada pela sociedade em que o leão fora criado. Era apenas uma máscara, mas não era a sua face original. E pela primeira vez ele deu um rugido.

Isso é o que acontece com todos nós.

Nós somos leões, nós nascemos leões, mas fomos educados sendo ovelhas.

Só nós podemos nos conscientizar de que não somo ovelhas e então decidir dar um rugido e assumir nossa condição de leão.

Esta é a única chance de resgatar a nossa face original de leão.



O COMPANHEIRO DE VIAGEM

5 de Novembro de 2017, 14:19, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

Passei boa parte de minha vida profissional viajando, como vendedor. E sei que não há nada mais solitário do que um bando de viajantes fazendo suas refeições nos restaurantes dos hotéis.

Certa vez, quando chegava de viagem, minha filha de cinco anos colocou um presente em minhas mãos. O papel que o embrulhava estava todo amassado e preso por metros de fita adesiva.
Lhe dei um beijo e um grande abraço - do tipo que todos os pais dão - e comecei a desembrulhar meu presente. Deu para perceber que o conteúdo era suave então abri com muito cuidado para não causar nenhum estrago. Com muita expectativa, Jeanine permaneceu ao meu lado, com os olhinhos castanhos bem abertos, esperando que eu completasse o processo e revelasse minha surpresa.

Um par de olhos pretos e brilhantes apareceram primeiro, depois um bico amarelo, uma gravata vermelha e pés alaranjados. Era um pingüim empalhado com aproximadamente 30 centímetros de altura.
Colado na sua asa direita havia uma minúscula placa de madeira, e uma frase pintada à mão "Eu te amo meu pai!". Debaixo da frase um coração desenhado, também à mão.
Lágrimas encheram meus olhos.

Raramente passava muito tempo em casa e logo tive que sair para mais uma viagem de trabalho. Pela manhã, quando arrumava a bagagem, vi o pingüim sobre a cômoda. Naquela noite quando liguei para casa, Jeanine estava muito aborrecida porque o pingüim tinha desaparecido.
- Querida, ele está aqui comigo. Expliquei-lhe. Eu o trouxe para me acompanhar.

Depois daquele dia, ela sempre me ajudou a preparar a bagagem e me avisava que o pingüim estava junto de minhas meias e do kit de barbear. Muito tempo se passou desde então, e o pequeno pingüim viajou por muitos lugares. E fizemos muitos amigos ao longo do caminho.

Em Albuquerque, após o dia de trabalho, quando retornei ao hotel, encontrei a cama arrumadinha e o pingüim carinhosamente colocado sobre o travesseiro.
Em Boston, quando retornei ao meu quarto, alguém o assentou sobre um copo em cima do criado mudo, bem do lado da cama - nunca descobri quem foi e nem o propósito. Na manhã seguinte eu o deixei sentado em uma cadeira. À noite estava, outra vez, sentado no copo.

Certa vez, no aeroporto, um inspetor pediu friamente que eu abrisse minha bagagem. E ajeitadinho, por cima de tudo, estava meu pequeno amigo. Segurando-o no alto, o agente disse,
- Isto é a coisa mais valiosa que eu vi em todos os meus anos de trabalho. Agradeça a Deus que nós não cobramos imposto sobre amor.

Noutra noite, após dirigir por cento e tantos quilômetros, ao desfazer minha bagagem, eu descobri que faltava o meu pingüim.

Freneticamente, liguei para o hotel de onde tinha saído. O atendente meio incrédulo e cheio de gozação, riu e disse que nada parecido tinha lhe sido comunicado. Apesar de tudo, meia hora mais tarde, me ligou para dizer que meu pingüim tinha sido encontrado.
Era tarde da noite, mas não para isso. Sem pestanejar, voltei para meu carro e dirigi mais um par de horas para recuperar meu inseparável companheiro de viagem.

Jeanine hoje está na faculdade e eu já não viajo tanto quanto antes. O pingüim passa a maior parte do tempo sentado na cômoda de meu quarto, me lembrando sempre que o amor é o melhor companheiro de viagem.



A verdadeira felicidade

5 de Novembro de 2017, 13:48, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

 

Uma moça se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.

Ao observar a cena, pensou:
- Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional... Isso é que deve ser infelicidade!

Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
- o senhor é muito infeliz, não é? Afinal fazendo um trabalho desses... ...

Confessa ela que o homem fe-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
- Não senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.

- Só não sou mais feliz, porque não vejo todas as pessoas do mundo sorrindo...

Pense nisso!
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento Deus nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os percalços do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda, após superados os obstáculos naturais da caminhada.



EM BUSCA DE FELICIDADE

9 de Março de 2017, 0:26, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

Um homem não conseguia encontrar a felicidade em lugar nenhum.

Um dia ele resolveu sair pelo Brasil à procura da felicidade.

Fechou a porta da sua casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da terra até encontrar o lugar de ser feliz.

Aonde chegava reunia um grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz.

Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro.

Mas o povo lamentava e ninguém o seguia.

No dia seguinte novamente partia.

Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio.

Mas um dia percebeu que estava ficando velho sem ter encontrado a felicidade.

Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos estavam enrugadas, suas roupas esfarrapadas, os calçados aos pedaços.

Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.

Enfim, depois de muito andar, parou em frente à uma casa antiga. As janelas de vidro estavam quebradas, o mato cobria o canteiro do jardim, a poeira invadia quartos e salas.

Ele olhou e pensou que ali, naquela casa desprezada e sem dono, ele construiria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria vidro nas janelas, pintaria as paredes, cuidaria do jardim.
- Vou ser feliz aqui. Disse ele.

E o homem cansado foi andando até chegar a porta.

Quando entrou, ficou imóvel, perplexo!

Aquela era a sua própria casa, que ele abandonara há tantos anos à procura da felicidade.

Então ele compreendeu que de nada tinha adiantado dar a volta ao mundo, pois a felicidade estava dentro da própria casa, dentro dele... e ele não tinha percebido.



VOCÊ SABE O QUE É SER UMA CRIANÇA ?

9 de Março de 2017, 0:19, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

As crianças apresentam-se em tamanhos, pesos e cores sortidas. Encontram-se em toda parte, em cima, em baixo, fora, trepada, pendurada, caindo, correndo, saltando.

Os pais as adoram, as visitas as detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos as toleram e o Céu as protege.

Uma criança é a verdade de cara suja, a sabedoria de cabelos despenteados, a esperança de calças caindo.

Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do busca-pé e tem cinco polegares em cada mão quando pratica suas reinações.

Adora chicletes, sorvetes, carrinhos, bonecas, a Páscoa e o Natal, e gosta de ar livre, da água, dos animais grandes, dos automóveis e aviões e dos domingos. Detesta as visitas, os livros sem figura, cortar os cabelos, dias de chuva, tomar banho e a hora de dormir.

Levanta cedo e está sempre atrasada para as refeições. Entre seus pertences há sempre um tesouro: um canivete enferrujado, uma fruta verde mordida, um barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude, um pedaço de substância desconhecida e um objeto raro que lhe é precioso por, quando muito, vinte e quatro horas.

É uma criatura mágica. Você pode fechar-lhe a porta de seu quarto de ferramentas, mas não a de seu coração. Pode expulsá-la de seu escritório, mas não de seu pensamento. Toda sua importância e sua autoridade desmoronam-se diante dela, que é seu carcereiro, seu chefe, seu amo...

Ela é uma ruidosa e despótica ditadora.

Mas quando você volta para casa, à noite, com esperanças, ambições e nervos despedaçados, ela pode recompô-los num instante com suas palavrinhas mágicas:

- "Oi Pai, Oi Mãe."

Parabéns por ter uma em casa. !!!



A MULHER CHORONA

9 de Março de 2017, 0:16, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

Havia em uma aldeia uma senhora chamada de "mulher chorona" pois todos os dias, chovendo ou fazendo sol, ela sempre estava chorando.

Ela vendia bolinhos na rua, e um monge sempre passava por ela quando ia ao templo para os ritos.

Um dia, curioso, ele lhe perguntou:
- Sempre que passo, seja em belos dias ensolarados, seja em suaves dias chuvosos, vejo a senhora chorando. Por que isso acontece?

- Tenho dois filhos,- ela respondeu - Um faz delicadas sandálias, o outro guarda-chuvas. Quando faz sol, penso que ninguém comprará os guarda-chuvas de meu filho, e ele e sua família vão passar necessidades. Quando chove, penso no meu filho que faz sandálias, e que ninguém vai comprá-las. Então ele também vai ter dificuldade para sustentar sua família.

O monge sorriu e disse:
- Mas... a senhora deveria ver as coisas da forma correta. Veja: quando o sol brilha, seu filho que faz sandálias venderá muito, e isso é muito bom! Quando chove, seu filho que faz guarda-chuvas venderá muito, e isso é também muito bom! A velha olhou-o com alegria e exclamou:

- Tem razão!

Desde então a velha passou todos os dias, chovendo ou fazendo sol, sorrindo feliz.



UMA VIAGEM DE TAXI

9 de Março de 2017, 0:14, por Diógenes José Aguiar - 0sem comentários ainda

Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter patrão. O que eu não percebi é que aquela vida era também um ministério. Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário. Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas - suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.

Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite - era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade. Quando eu cheguei às 02.30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. a não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
- Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda, eu pensei.

Assim fui até a porta e bati.
- Um minuto, respondeu uma voz débil e idosa.

Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40. Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
- O Sr poderia por a minha mala no carro?, ela pediu.

Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
- Não é nada. eu apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha mãe.
- Oh!, você é um bom rapaz!

Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
- O Sr poderia ir pelo centro da cidade?
- Não é o trajeto mais curto, alertei-a prontamente.
- Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos.

Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
- Eu não tenho mais família, continuou. O médico diz que tenho pouco tempo.

Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei
- Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?

Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade. ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado com ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.

Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
- Eu estou cansada. Vamos agora!

Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até o taxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a. Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta. A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
- Quanto lhe devo?, ela perguntou, pegando a bolsa.
- Nada, respondi
- Você tem que ganhar a vida, meu jovem
- Há outros passageiros, respondi.

Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.
- Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigado.

Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não peguei mais passageiros. dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?

Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida. Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.

As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse, mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.



Estatísticas para A EDUCAÇÃO NA JUVENTUDE AJUDA A DIMINUIR A CRIMINALIDADE

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