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No Dia do Grafite, Negahamburger vê arte urbana como luta contra opressão de gênero

27 de Março de 2015, 0:00 , por _____ - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Negahamburguer 01

Negahamburger, personagem da grafiteira e artista Evelyn Queiróz, realiza um trabalho de denúncia das situações de opressão e preconceito sofrido por mulheres, principalmente, fora do padrão estéticos de corpo.

Padrões normatizados pela sociedade mas que, segundo ela, provocam situações de conflito psicológico, desconforto e até mesmo segregação.

Em mais uma entrevista sobre o Dia do Grafite, o Portal da Juventude conversou rapidamente com a artista sobre a importância da arte e, mais especificamente, das intervenções urbanas, na luta contra o machismo.

Confira o bate-papo:

Como o grafite pode ser relevante para discutir questões importantes para a Juventude?

Uso o grafite como uma ferramenta de combate a violência contra a mulher, padrões impostos e direitos que queremos sobre nossos próprios corpos. O Graffiti está nas ruas e a minha intenção é dialogar com mulheres que pela correria ou pela falta de oportunidade não tem acesso a informações.

Apesar da repercussão e valorização cada vez maiores, a criminalização do grafite ainda é forte. Como reverter esse cenário?

Acho que antes de tudo o grafite é voz. Se ele é criminalizado ainda é devido a principalmente por ser associado a pessoas da periferia com se isso fosse errado ou tirasse o mérito artístico e de mensagem. Tenho medo de que esse lance de ir para as galerias tire o foco de quem realmente quer dizer algo na sua quebrada.


Categorias

Cultura
Tags deste artigo: grafite graffiti opressão gênero machismo

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