Ir para o conteúdo
ou

COMPARTILHE:
 Voltar a Política Int...
Tela cheia Sugerir um artigo

POLÍTICA INTERNACIONAL: A juventude brasileira incidindo para além das fronteiras

1 de Dezembro de 2014, 22:00 , por Carla Bezerra - 1Um comentário | 1 pessoa seguindo este artigo.
Visualizado 249 vezes

45 jovens foram selecionados para participar da formação. Eles e elas são membros de entidades da sociedade civil que atuam pelos direitos dos jovens em várias partes do país. As cinco regiões brasileiras estão representadas pelas lideranças juvenis que devem compartilhar suas experiências em relação aos avanços e desafios para inserção de jovens em processos multilaterais, que envolvam o Brasil e no exterior.

 
SNJ e política internacional
 
A partir de 2011, a SNJ iniciou uma agenda internacional, aderindo à Organização Iberiamericana de Juventude (OIJ), à Reunião especializada da Juventude no Mercosul, à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de parcerias importantes com agências internacionais de juventude. “Queremos discutir a possibilidade de consolidar ainda mais a secretaria para que a juventude possa atuar internacionalmente, com financiamentos e continuidade de organizações de juventude articuladas com outros países”, afirmou a secretária nacional de juventude, Severine Macedo.
 
De acordo com Ângela Guimarães, o Brasil é bem recebido no exterior em relação aos marcos legais e políticas de juventude, como o Estatuto da Juventude, o Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve) e o Plano Nacional de Juventude. “Nossas idas nesses eventos internacionais têm que repercutir, refletindo as 51 milhões de vozes dos jovens brasileiros. O que nós queremos construir é esse outro mundo possível, livre das desigualdades”, frisou.
 
 
Um dos principais objetivos do evento é preparar as jovens lideranças para participarem de reuniões e fóruns internacionais. A ideia é que os temas relacionados à juventude sejam garantidos nesses espaços, em especial, nas agendas para o desenvolvimento pós-2015. É o que afirma Anna Cunha, oficial de programa do Unfpa. “É fundamental termos uma crescente participação qualificada para contribuir no debate. Ninguém melhor do que os jovens para falar sobre sua própria agenda”, disse.
 
Edi Ferreira dos Santos, membro do Conselho de Juventude da ONU Habitat é um dos participantes do seminário. Ele representa o Movimento de Favelas de Santo André (SP) e já participou de eventos internacionais, como o Fórum Urbano Mundial, que ocorreu este ano em Medelim, Colombia. “Aqui estamos tendo contato com diversas visões do país e do mundo sobre a política de juventude. A partir disso, formamos um consenso maior sobre nossos desafios e trabalharemos de forma conjunta”, refletiu.

Categorias

Internacional

1Um comentário

  • 11225253 727754544002957 4736802467916949790 n minorJéfferson Felipe
    4 de Setembro de 2015, 13:10

    Quais as ações, objetivo e como participar?

    O comentário seria no mesmo termo do título, sabemos que a juventude precisa de mais espaço em todos os âmbitos tanto na sociedade e em especial na política, logo queria saber como funcionam essas comunidades e como participar realmente com ações reais e significativas.


Enviar um comentário

Os campos são obrigatórios.

Se você é um usuário registrado, pode se identificar e ser reconhecido automaticamente.